Aula aberta-Internet Segura

"Sensibilização sobre a Segurança na utilização da Internet e dos dispositivos móveis" 

No dia 6 de Março de 2018, deslocou-se à Universidade Sénior do Seixal, o Prof João Torres,  do Instituto Politécnico de Setúbal e Luisa Martins, da Biblioteca Municipal do Seixal, para apresentarem o tema sobre a Segurança na utilização da Internet. A sala estava com muitos alunos que acabaram as aulas, estando muitos outros em aulas no mesmo horário que os impossibilitou de estarem presentes. Esta sessão de esclarecimento foi promovida pela Biblioteca Municipal do Seixal,  em parceria com o Centro de Internet Segura/Centro de Competência TIC da Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de Setúbal.

A exposição do tema, ao longo da sessão, foi muito elucidativo com imagens e videos apropriados. Foram colocadas no final da sessão algumas questões pelos participantes às quais o Prof João Torres respondeu e esclareceu as dúvidas surgidas. Por fim deu-se por terminada esta sessão que foi muito aplaudida  como forma de agradecimento ao Prof João Torres e à Luisa Martins. Os participantes saíram satisfeitos mais enriquecidos de conhecimentos, que nunca são demais, sobre a segurança na utilização da internet nas redes móveis e redes sociais.

Cidadania Digital-Riscos e Oportunidades

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Miradouro da Rua Augusta

O ARCO DA RUA AUGUSTA

Arco da Rua Augusta aberto ao público em 9 de Agosto 2013

A construção do arco da Rua Augusta foi iniciada em 1775, após o terramoto, mas esta primeira versão viria a ser demolida em 1777, após o início do reinado de D. Maria I e a demissão do Marquês de Pombal. Em 1873, recomeçou a edificação do arco segundo o projeto do Arqt.º Veríssimo José da Costa, que remonta a 1843/44, tendo ficado as obras concluídas em 1875.

Acessível através de um elevador, cuja entrada se localiza na Rua Augusta, o miradouro que se encontra no topo deste monumento oferece uma vista deslumbrante sobre o Terreiro do Paço, a Baixa Pombalina, a Sé, o Castelo de São Jorge e o rio Tejo.

Elevador do Arco da Rua Augusta inaugurado em 9 de Agosto 2013

A restauração do Arco da Rua Augusta, no Terreiro do Paço, em Lisboa, Portugal, vai dar origem a um elevador, onde se vai situar um novo miradouro sobre a cidade.

A viagem no elevador, que dá acesso a um novo miradouro. O elevador será um novo pólo de atracção turística importante, com acesso a um amplo terraço, onde poderá ter uma vista privilegiada de Lisboa.

O acesso é feito por um elevador com capacidade máxima para cerca de uma dezena de utilizadores. Por questões de prevenção colocadas pela Autoridade Nacional de Protecção Civil, apenas vão poder estar no topo do arco cerca de 35 pessoas em simultâneo. Um esforço que, para além do elevador há ainda que subir mais de 40 degraus de uma escada estreita em caracol. O grupo de convidados que assistiu à abertura do arco ao público, o entusiasmo foi tanto que é compensado pela vista que dali se tem.

Na parte superior do Arco é possível observar as esculturas de Célestin Anatole Calmels representando a Glória, coroando o Génio e o Valor.
Já no plano inferior, encontram-se esculturas de Vítor Bastos, que representam as personalidades históricas de Nuno Álvares Pereira, Viriato, Vasco da Gama e Marquês de Pombal.

O texto inscrito no topo do arco remete-nos aos Descobrimentos Portugueses e à descoberta de novos povos e culturas.

VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS DOCVMENTO.P.P.D

“Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”.

 RELÓGIO 

 O relógio foi construído pela empresa “Boa Construtora – Fábrica de Relógios Monumentais”, fundada em Almada em 1930 por Manuel Francisco Cousinha. O aparelho data de 1941, altura em que ainda não tinha corda automática, pelo que necessitava de funcionários que, algumas vezes por semana, lhe dessem corda e o acertassem. o relógio do Arco Triunfal da Rua Augusta avaria constantemente e pára para grande irritação de Cronos, o Deus do Tempo e ultrapassa a compreensão humana .
 Mais tarde, Manuel Francisco Cousinha, com a alcunha de “engenhocas”, inventou um mecanismo de corda automática que tinha por base o mercúrio. Mesmo assim, por questões climáticas como a humidade e, também, a falta de verbas para a manutenção, o relógio foi-se degradando e, além de parar constantemente, atrasava-se ou adiantava-se. 

Mas esse não é o primeiro mecanismo de relógio do Arco da Rua Augusta, pois que na sala onde está o de 1941 há também um outro mecanismo de relógio do século XIX, igualmente em fase em restauro. Ele veio do Convento de Jesus, hoje Academia das Ciências, e foi adaptado por Augusto Justiniano de Araújo (Valença, 1843 – Lisboa, 1908), grande relojoeiro português fundador da Escola de Relojoaria da Casa Pia, tendo essa notícia sido dado pelo próprio na revista que fundou nos fins do século XIX, Cosmocronómetro.

Ruas de Lisboa

Rua das Portas de Santo Antão

No dia 24 de Janeiro, a turma de Ambiente foi até Lisboa apreciar ruas e monumentos que muitas vezes passamos junto deles e não nos apercebemos do valor histórico que representam.

Iniciamos a nossa visita na Rua das Portas de Santo Antão.

A professora Mariana explicou aos seus alunos e acompanhantes que a Rua das Portas de Santo Antão  é uma rua das mais movimentadas de Lisboa. Por ter salas de espectáculo como o Politeama, o Coliseu dos Recreios e o Teatro Nacional D. Maria II, em dias de espectáculo multidões de pessoas e turistas passam por esta rua. A famosa ginjinha e a beleza inesperada da Casa do Alentejo atrai muitos turistas e imigrantes, descobrem um insólito pátio mourisco e as salas do restaurante cobertas de azulejos.

Video da rua  das Portas de Santo Antão dos arquivos da RTP

Casa do Alentejo 

Foi casa de família até 1910 quando era apenas Palácio Alverca, morada dos Viscondes de Alverca. Depois disto, sofreu obras e transformou-se no Majestic Club, o primeiro casino lisboeta, mais tarde chamado Monumental. Nos anos 30, começa a funcionar aí o Grémio Alentejano, hoje Casa do Alentejo, associação cultural que adquiriu nos anos 80 o edifício, até então alugado. Nos anos 30 e 40 eram famosos os jantares, convívios e santos populares aí organizados.

CADEIA MUNICIPAL DO TRONCO

Fomos visitar o Arco do Túnel, do Pátio da Prisão do Tronco

Diz-nos a história que, com 28 anos de idade, em 15 de Junho de 1552 dia do Corpo de Deus, Luís de Camões passeava entre o Rossio e as Portas de Santo Antão. Tinha regressado um ano antes de Ceuta, onde num combate com os Mouros perdera uma vista. Em dado momento repara numa briga e reconhece que nela estavam dois amigos seus; não hesitou em envolver-se na desordem, ferindo com um golpe de espada na nuca um criado do Paço, de nome Gonçalo Borges.
Camões foi preso e levado para a Cadeia do Tronco de Lisboa, onde permanece largos meses (apesar de perdoado pelo ofendido) foi libertado em 24 de Março de 1553 por carta régia do dia 7 desse mês.
 Notáveis das Portas de Santo Antão:

Criada em 1875 com o fim de promover e auxiliar o estudo e progresso das ciências geográficas e correlativas em Portugal. A Sociedade de Geografia de Lisboa trouxe à Rua das Portas de Santo Antão o prestígio de uma instituição científica, lado a lado com os espectáculos populares do Coliseu.

A nova sede da Sociedade de Geografia de Lisboa era frequentada em grande parte pelas elites nacionais: o salão nobre, onde está instalado o Museu Colonial, queria-se mais ou menos vazio, desafogado, ao contrário da sala do Coliseu, que se desejava totalmente cheia.

Lisbon Story Centre

Centro de Interpretação histórica de Lisboa

Foi inaugurado, no dia 11 de Setembro de 2012, o Lisboa Story Centre - Memórias da Cidade, um centro de interpretação instalado no Torreão Nascente do Terreiro do Paço que, a partir de agora, revela muito da história lisboeta aos visitantes nacionais e estrangeiros.

Os alunos da turma de questões ambientais, da Professora Mariana, visitaram  o centro de interpretação histórica da cidade-Lisboa Story Centre-Memórias da Cidade, depois da subida ao Arco Triunfal da Rua Augusta. Fomos recebidos por funcionários que nos forneceram uns auscultadores e um comando, de uma forma lúdica e interactiva e através do sistema de audio guia, podemos acompanhar os vários episódios que compõem a sua história. Considera-se uma viagem no tempo e no espaço, com apresentação de relatos e cenários dramáticos fiéis à época.

Lisboa Story Centre, está situado no Terreiro do Paço, o equipamento interactivo conta-nos desde o passado ao presente, os principais eventos da cidade. O percurso da visita está organizado em seis núcleos fundamentais: Lisboa: Mitos e Realidades, onde se aborda o Rio, a Terra, o Mar, o Céu, Primórdios mitológicos, Colonizadores e conquistadores e as Muralhas da Cidade. Segue-se o núcleo Lisboa: Cidade Global, que apresenta a Cidade Cosmopolita, o Armazém do Mundo.

Para além do Horizonte, o Padre Voador, a Cidade Magnificente, Morte e Política e a Igreja. Na secção dedicada ao 1 de Novembro de 1755, o dia de Todos os Santos é abordado o Terramoto e a cidade em ruínas, passando para o núcleo sobre a Visão de Pombal, que apresenta o Planeamento da Cidade Moderna no pós-terramoto e a Reconstrução da Cidade. E, por fim, o núcleo Terreiro do Paço, no qual é abordada a Praça: Política e Lazer.

Inauguração do "Lisboa Story Center"

Mitos e realidades

Terramoto 1755 em Lisboa

Síntese dos núcleos principais

Casa Ermelinda de Freitas

Visita à produção de vinhos

História de uma geração

A empresa, iniciada em 1920 por Deonilde Freitas, continuada por Germana Freitas e mais tarde por Ermelinda Freitas, sempre dedicou especial atenção ao vinho. Pelo desaparecimento precoce do seu marido, Manuel João de Freitas, Ermelinda deu continuidade à empresa com colaboração da sua filha única, Leonor, que embora com formação fora da área vitivinícola, tomou a liderança da empresa, reforçando assim a presença feminina na sua gestão.
Desde a primeira geração que esta casa aposta na qualidade das vinhas e dos vinhos, que inicialmente eram produzidos e vendidos a granel sem marca própria. Foi com a actual gestão que se deu a grande mudança de se criar marcas próprias. Assim, em 1997, iniciou-se um novo ciclo com o “Terras do Pó” tinto, primeiro vinho produzido e engarrafado da Casa Ermelinda Freitas.

Grandes Marcos

Pelo trabalho desenvolvido, Leonor Freitas foi agraciada a 10 de Junho de 2009 com a comenda de Ordem do Mérito Agrícola, Comercial e Industrial Classe do Mérito Agrícola Comendador por Sua Excelência o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva.

A Ferreirinha dos tempos Modernos

Turma Economia e Finanças

No dia 28 de Fevereiro a turma de Questões de Economia e Finanças, reuniu-se no Seixal, como ponto de encontro e de partida com direcção a Fernando Pó para visitar a Casa de Ermelinda Freitas (Adega). Fomos recebidos por uma funcionária que nos levou para uma sala do piso superior, estando esta já preparada com o equipamento para apresentação de um estudo feito pelo aluno da turma, Luciano, cujo o tema foi "A História da Vinha e do Vinho no Mundo".

O tema foi apelativo e interessante, muito bem documentado com conhecimentos acima da média. Tornou-se muito extensa a apresentação o que fez com que alguns colegas tivessem que se movimentar por estarem tanto tempo sentados. Com o tempo quase a terminar ainda fez uma abordagem à casa de Ermelinda de Freitas, um pouco da sua história, da sua cultura agrícola e vinícola.

De seguida a funcionária levou-nos a ver o interior da adega aonde pudemos ver o enchimento de garrafas de vinho, o seu embalamento e transporte. O espaço exterior da vinha e suas castas não pudemos apreciar porque as condições meteorológicas não estavam favoráveis.

Entretanto passamos por uma sala de exposição de garrafas de vinho de várias castas produzidos naquela zona e referenciadas com o ano em foram produzidas.

Para concluir a nossa visita fomos convidados a participar numa prova de vinhos e a saborear os produtos da região como: o pão, queijo, chouriço e doce de abóbora. Os vinhos foram: o moscatel de Setúbal e Dona Ermelinda reserva de 2015.

Terminada esta parte foram feitos os agradecimentos e convidados a ir à loja para adquirirem os produtos que expõem para venda. Realmente dois funcionários eram poucos para tantos clientes. Foi uma visita excelente.

O almoço já esperava por todos no Restaurante Bar "A Cepa 2000", no Poceirão. Variedade não faltou à mesa, bem confeccionados e rápidos a atender. As bebidas e sobremesas também bem servidas e bem regadas. Por fim à saída deste restaurante não podia faltar a fotografia de grupo e cada um regressou ao Seixal ou a casa.

Visita à Casa de Ermelinda de Freitas